O ato de desenhar como ação para Revolução Estética e Educação Ambiental

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14295/ambeduc.v27i1.14251

Palavras-chave:

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ESTÉTICA, REVOLUÇÃO ESTÉTICA, DESENHO, HISTÓRIA EM QUADRINHOS

Resumo

O presente artigo traz o ato de desenhar como uma potencial ferramenta para a Revolução Estética e Educação Ambiental, a partir do pensamento de autores como Jacques Rancière (2009, 2013, 2018), Pablo René Estévez (2004), Augusto Boal (2009), Paulo Freire (1998, 2011), Jiddu Krishnamurti (1967), Ailton Krenak (2020) e Félix Guattari (1990). Resultado de um projeto de pesquisa e de um curso online ministrado durante a pandemia, apresenta um método simplificado de aprendizagem (com acompanhamento ou de forma autodidata) do desenho, possibilitando o resgate e descobertas de potencialidades artísticas e criativas, bem como da consciência de si, de classe e do mundo, por meio da observação e conexão com pessoas, objetos e natureza.

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Biografia do Autor

Wagner Valente dos Passos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - IFSul

Cartunista, doutor em Educação Ambiental (FURG/PPGEA) e administrador (IFSul/Câmpus Pelotas)

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Publicado

2022-08-03

Como Citar

Valente dos Passos, W. (2022). O ato de desenhar como ação para Revolução Estética e Educação Ambiental. Ambiente &Amp; Educação, 27(1), 1–28. https://doi.org/10.14295/ambeduc.v27i1.14251

Edição

Seção

Educación Estético-Ambiental (EEA): fundamentos, saberes y práctica