Comorbidades socioambientais para a condição juvenil

a educação ambiental e popular como enfrentamento da juventude à pandemia e aos demais flagelos do capital

Autores

  • Prof. Samuel Ferreira Universidade Federal do Rio Grande (FURG) https://orcid.org/0000-0002-8400-1291
  • Prof. Alisson Souza Corrêa Universidade Federal do Rio Grande - FURG
  • Profa. Vânia A. M. Chaigar Universidade Federal do Rio Grande - FURG

Palavras-chave:

Educação Ambiental; Juventude; Ecologia; Educação Popular; Pandemia.

Resumo

No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS)  declarou estado de pandemia global de Covid-19 devido ao aumento no número de casos e a disseminação da doença em todos os continentes, com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.  A pandemia é mais um elemento da atual crise ecológica, que se configura como um dos desafios centrais que se colocam como problemas estruturais para a sociedade e nesse caso específico, para a juventude na atualidade. Pesquisadores (Krishke, 2000; Groppo, 2004; Carvalho, 2004) vem apontando que a preocupação dos jovens com as questões ambientais e com a luta ambiental, poderá estar constituindo uma nova cultura política entre esses sujeitos sociais (Dayrell, 2000). Dessa forma, o presente artigo levanta algumas reflexões referentes à experiência (Thompson, 1987; Vendramini, 2004), para fazer um debate na perspectiva de que os movimentos, e manifestações organizados pela juventude podem estar nos deixando vestígios importantes (e desperdiçados) para a construção de uma educação ambiental e popular que conteste as injustiças ambientais e as desigualdades socioeconômicas (Acselrad, 2001; Krenak; , aprofundadas pela pandemia do Covid-19.

Palavras-chave: Educação Ambiental; Juventude; Ecologia; Educação Popular; Pandemia.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Prof. Samuel Ferreira, Universidade Federal do Rio Grande (FURG)

Bacharel e Licenciado em História pelo Instituto de Ciências Humanas e da Informação (ICHI - FURG). Mestre em Educação pelo Program de Pós-graduação em Educação. ( PPGEDU - FURG). Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Educação Ambiental (PPGEA - FURG). Integrante do Grupo de Pesquisa Dinâmicas, Política, Estado e Movimentos Sociais (DIPEM - FURG). Bolsista Capes - DS. 

Prof. Alisson Souza Corrêa, Universidade Federal do Rio Grande - FURG

Mestrando do Programa de Pós Graduação em Educação - FURG na Linha de Formação de Professores e Práticas Educativas. Possui graduação em Ciências Biológicas Licenciatura pela Universidade Federal do Rio Grande (2019). Participa do Projeto de Pesquisa: Juventudes (Escolares) em tempos de afastamento social: estudos de casos na cidade do Rio Grande, RS - coordenado pela Profª. Drª. Vânia Alves Martins Chaigar. Membro do grupo de pesquisa RECIDADE - Redes de Cultura, Estética e Formação na/da Cidade atuando nas linhas de pesquisa Cidade, Flora, Infâncias, Juventudes e Animais. Tem experiência na área de Educação, com ênfase na pesquisa em Juventudes, Cidade e Ensino Médio. 

Profa. Vânia A. M. Chaigar, Universidade Federal do Rio Grande - FURG

Professora associada da Universidade Federal do Rio Grande - FURG. Possui graduação em Geografia (1990), especialização (1995) e mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (2001); doutorado em Educação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2008) e pós-doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2011). Foi professora na rede pública municipal de educação básica de Pelotas, RS, coordenadora pedagógica do Colégio Municipal Pelotense e coordenadora da área de ensino de Geografia da Secretaria Municipal de Educação de Pelotas, RS. É professora do Instituto de Educação (IE), de Licenciaturas e do Programa de Pós-Graduação em Educação. Atua nas seguintes áreas do conhecimento: formação de professores. ensino de geografia e história, didática, formação na/da cidade, memória e estéticas formativas. Coordenou entre 2016 e 2018 o PROEXT/2016: "CULTURA, ESTÉTICA E FORMAÇÃO: redes de saberes, incompletudes e territorialidades". É coordenadora do Grupo de Pesquisa "Rede de estéticas, culturas e formação na/da cidade - RECIDADE".

Referências

ACSELRAD, Henri; MELLO, Cecília Campello Amaral; BEZERRA, Gustavo das Neves. O que é justiça ambiental?. 2009.

ACSELRAD, Henri. A duração das cidades: sustentabilidade e risco nas políticas urbanas. In: A duração das cidades: sustentabilidade e risco nas políticas urbanas. 2001. p. 240-240.

AGÊNCIA BRASIL. IBGE: taxa de desemprego de jovens atinge 27,1% no primeiro trimestre. 15/5/2020. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/. Acesso em: 18 mar. 2021.

ALTVATER, Elmar. O fim do capitalismo como nós o conhecemos. Recife, Fundação Joaquim Nabuco–FUNDAJ (Sala Calouste Gulbenkian), v. 16, 2013.

ALVES, Daniel Cardoso. Os legados de Paulo Freire e Greta Thunberg diante de um cenário brasileiro de embates político-ideológicos. Temporalidades, v. 12, n. 1, p. 797-826, 2020.

BARCELLOS, Sergio Botton; MANSAN, Paulo Rogério Adamatti. Juventude Rural e Políticas Públicas no Brasil: Balanço, Perspectivas e Questões para o Debate. In: MENEZES, Marilda Aparecida de; STROPASOLAS, Valmir Luiz; BARCELLOS, Sergio Botton. Juventude rural e políticas públicas no Brasil. 2014.

BARCELLOS, Sérgio Botton; PÁDUA, Jacqueline de Freitas; FERREIRA, Samuel Crissandro Tavares; PORCIÚNCULA, Pierri Araújo; LAZZARI, Elisângela. Apontamentos Sobre o Mapeamento dos Conflitos Socioambientais no Brasil Relacionados com a Juventude Rural. In: BARCELLOS, Sérgio Botton. (org.). Juventude Rural e Conflitos Socioambientais no Brasil: Existências e resistências. 1.ed. Curitiba: Appris, 2021.

BARRETO, Mauricio Lima et al. O que é urgente e necessário para subsidiar as políticas de enfrentamento da pandemia de COVID-19 no Brasil?. 2020.

BENJAMIN, Walter. Ensaios reunidos: escritos sobre Goethe. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2009.

BOURDIEU, Pierre. A Juventude É Apenas Uma Palavra. In: BOURDIEU, Pierre. 1983. Questões de sociologia. Rio de Janeiro: Marco Zero. P. 112-121.

CARVALHO, I.C.M. 2004. Ambientalismo e juventude: o sujeito ecológico e o horizonte da ação política contemporânea. In: R. NOVAES; P. VANNUCHI (orgs.), Juventude e sociedade: trabalho, educação, cultura e participação. São Paulo, Fundação Perseu Abramo e Instituto da Cidadania, p. 45-68.

CASTRO, Elisa Guaraná. Juventude rural, do campo, das águas e das florestas: a primeira geração jovem dos movimentos sociais no Brasil e sua incidência nas políticas públicas de juventude. Politica & Trabalho, 2016, 45.

CARRANO, Paulo César Rodrigues. Juventudes e Cidades educadoras. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 2003.

CHAIGAR, Vânia Alves Martins. Aprendizagens e itinerários juvenis: cidade e cidadania sob o véu de narrativas e memórias. In: Ensino e Pesquisa em educação geográfica: memórias, histórias de vida e narrativas docentes. PORTUGAL, Jussara Fraga; CHAIGAR, Vânia Alves Martins (Orgs.). Salvador: EDUFBA, 2015. Pág. 295-318.

DAYRELL, Juarez. O jovem como sujeito social. Revista brasileira de educação, 2003, 24: 40-52.

DAVIS, Mike. Planeta favela. Boitempo Editorial, 2015.

DAVIS, Mike. The Coronavirus Crisis Is a Monster Fueled by Capitalism. In these times. In: DAVIS, Mike, et al: Coronavírus e a luta de classes. Terra sem Amos: Brasil, 2020.

DAYRELL, JUAREZ; CARRANO, Paulo. Juventude e Ensino Médio: Quem é esse aluno que chega à escola ? In: DAYRELL, Juarez; CARRANO, Paulo; MAIA, Carla Linhares. Juventude e ensino médio: sujeitos e currículos em diálogo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014, 8.

DE SOUSA SANTOS, Boaventura. A cruel pedagogia do vírus. Boitempo Editorial, 2020.

DE CASTRO, Elisa Guaraná. Juventude rural no Brasil: processos de exclusão ea construção de um ator político. Revista latinoamericana de ciências Sociales, Niñez y juventud, v. 7, n. 1, p. 179-208, 2009.

ESTEBAN, Maria Teresa; TAVARES, Maria Tereza Goudard. Educaçã Popular e a Escola Pública: antigas questões e novos horizontes. In: Educação Popular: lugar de construção social coletiva. STRECK, Danilo; STEBAN, Maria Teresa (orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

FERREIRA, Samuel Crissandro Tavares. E se a cidade fosse nossa: a educação popular contribui na emancipação e na humanização das juventudes na cidade?. RELACult-Revista Latino-Americana de Estudos em Cultura e Sociedade, v. 4, 2018.

FERREIRA, Samuel Crissandro Tavares. E se a cidade fosse nossa: a educação popular contribui na emancipação das juventudes na cidade? [recurso eletrônico] /Samuel Crissandro Tavares Ferreira -- Porto Alegre, RS: Editora Fi, 2021.

FONTES, Virgínia. Capitalismo em tempos de uberização: do emprego ao trabalho. Marx e o Marxismo-Revista do NIEP-Marx, v. 5, n. 8, p. 45-67, 2017.

FONTES, Virgínia. Capitalismo, crises e conjuntura. Serviço Social & Sociedade, p. 409-425, 2017.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2016.

GONÇALVES, Carlos Walter Porto. Os (des) caminhos do meio ambiente. Contexto, 1989.

GONÇALVES, Leonardo Dorneles; SEVERO, Ricardo Gonçalves. ProgramaEscolasEmPartido: dEsPolitizaçãoradicalErEdirEcionamEnto idEológico na Educação Pública. Educação em Revista, Marília, v.20, n.1, p. 69-84, Jan.-Jun., 2019. Pág. 69-84.

GROPPO, Luís Antonio. Dialética das juventudes modernas e contemporâneas. Revista de Educação do COGEIME, 2004, 13.25: 9-22.

GROPPO, Luís Antonio. O funcionalismo e a tese da moratória social na análise das rebeldias juvenis. Estudos de Sociologia, v. 14, n. 26, 2009.

GROPPO, Luís Antonio. Teorias críticas da juventude: geração, moratória social e subculturas juvenis. Em tese, v. 12, n. 1, p. 4-33, 2015.

HALLAL, Pedro Curi. Resistência e resiliência em tempos de pandemia. 2020.

HARVEY, David. Política anticapitalista en la época de COVID-19. Lobo Suelto. In: DAVIS, Mike, et al: Coronavírus e a luta de classes. Terra sem Amos: Brasil, 2020.

KRENAK, Aílton. O amanhã não está à venda. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 2020.

KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

KRISCHKE, P.J. (org.). 2000. Ecologia, juventude e cultura política: a cultura da juventude, a democratização e a ecologia nos países do Cone Sul. Florianópolis, Editora da UFSC, 189 p.

LEFEBVRE, Henri. A Revolução Urbana. Belo Horizonte: UFMG, 2004.

LEFEBVRE, Henri. O Direito à Cidade. 5.ed. São Paulo: Centauro, 2001.

LEFF, Enrique. Saber Ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. 11ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.

LOOSE, Eloisa Beling. Repercussão das Greves pelo Clima e do Efeito Greta na Cobertura Brasileira: Análise das Notícias Publicadas em 2019 no G1 e UOL. Comunicación y Cambio Climático. 2019.

LOUREIRO, Carlos Frederico B.; LAYRARGUES, Philippe Pomier. Ecologia política, justiça e educação ambiental crítica: perspectivas de aliança contra-hegemônica. Trabalho, educação e saúde, v. 11, p. 53-71, 2013.

LÖWY, Michael. De Marx ao ecossocialismo. LÖWY, M. e BENSAÏD, D. Marxismo, modernidade e utopia. São Paulo, Xamã, p. 227-38, 2000.

MANSKE, Cione Marta Raasch. A venda pomerana: lugar sociopolítico, econômico e identitário (1857-2021). 238p. Tese (Programa de Pós-Graduação em História). Universidade Federal do Espírito Santo, 2021.

MARX, Karl. Sobre a Questão Judaica. São Paulo: Boitempo, 2010.

MEJÍA, Marco Raúl. Pósfacio – La Educación Popular: Una Construcion Colectiva Desde El Sur y Desde Abajo. In: Educação Popular: lugar de construção social coletiva. STRECK, Danilo; STEBAN, Maria Teresa (orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

MIÉVILLE, China. Os Limites da Utopia. Blog da Boitempo. 03 de novembro de 2017. Disponível em : < https://blogdaboitempo.com.br/2017/11/03/china-mieville-os-limites-da-utopia/ > Acesso em 20 de setembro de 2021.

MOORE, J. W. 2013. El auge de la ecologia mundo capitalista (I): las fronteras mercantiles

en el auge y decadencia de la apropiación

máxima. Revista Laberinto n°38: 9-26

OIT. ILO Monitor: COVID-19 and the world of work. Fourth edition. Updated estimates and analysis. 27 May 2020a. Disponível em: https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---dgreports/---dcomm/documents/ briefingnote/wcms_745963.pdf. Acesso em: 7 jun. 2020.

PALUDO, Conceição.Educação Popular e Educação do Campo: nexos e relações. In: Educação Popular: lugar de construção social coletiva. STRECK, Danilo; STEBAN, Maria Teresa (orgs.). Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.

PAIS. José Machado. Ganchos, Tachos e Biscates: jovens, trabalho e futuro. Porto: Ambar, 2005.

PINHEIRO-MACHADO, Rosana; SCALCO, Lucy M. Da esperança ao ódio: a juventude periférica bolsonarista. O ódio como política. 1ed. São Paulo: Boitempo, p. 53-63, 2018.

PIRES, Eloiza Gurgel. Experiência e Linguagem em Walter Benjamin. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 40, n. 3, p. 813-828, jul./set. 2014.

RIBEIRO, Diana Juciéle; STRECK, Eduarda Teixeira; RIBEIRO, Robson Thomas. No contexto do não sei: reflexões e dúvidas sobre as juventudes e a educação gaúcha em tempos de pandemia. Caderno do Aplicação, v. 34, n. 1, Porto Alegre, jan-jul. 2021.

ROLIM, Marcos Flávio. A formação de jovens violentos. Appris Editora e Livraria Eireli-ME, 2016.

SAMPAIO, Cristiane. "Sobreviver, neste momento, não é pouca coisa", diz o psicanalista Christian Dunker. Brasil de Fato: uma visão popular do Brasil e do mundo. Fortaleza – CE. 23 de dezembro de 2020. Disponível em: < https://www.brasildefato.com.br/2020/12/23/sobreviver-neste-momento-nao-e-pouca-coisa-diz-o-psicanalista-christian-dunker > Acesso em 23 de setembro de 2021.

SANTOS, Milton. Os deficientes cívicos. Folha de São Paulo, 1999, 24.1999: 8.

SEVERO, Ricardo Gonçalves; SAN SEGUNDO, Mario Augusto Correia. OCUPATUDORS: socialização política entre jovens estudantes nas ocupações de escolas no Rio Grande do Sul. ETD-Educação Temática Digital, 2017, 19.1: 73-98.

SPOSITO, Marilia Pontes; TARÁBOLA, Felipe de Souza. Experiência universitária e afiliação: multiplicidade, tensões e desafios da participação política dos estudantes. Educação & Sociedade, 2016, 37.137: 1009-1028.

SPOSITO, Marilia Pontes; SOUZA, Raquel; SILVA, Fernanda Arantes. A pesquisa sobre jovens no Brasil: traçando novos desafios a partir de dados quantitativos1. Educação e Pesquisa, v. 44, 2017.

SOUZA, Morgana. 12° Jornada Nacional da Juventude Sem Terra: entrevista com Jailma Lopes. MST. 2021. Disponível em : < https://mst.org.br/2021/08/11/12a-jornada-nacional-da-juventude-sem-terra-entrevista-com-jailma-lopes/ > Acesso: 31 de Agosto de 2021.

SPOSITO, Marília Pontes; CARRANO, Paulo César Rodrigues. Juventude e políticas públicas no Brasil. Revista brasileira de educação, 2003, 24: 16-39.

SPOSITO, Marilia Pontes; SOUZA, Raquel; SILVA, Fernanda Arantes. A pesquisa sobre jovens no Brasil: traçando novos desafios a partir de dados quantitativos1. Educação e Pesquisa, v. 44, 2017.

STRECK, Danilo; ADAMS, Telmo. Pesquisa Participativa, Emancipação e (des)colonialidade. 1.ed. CRV: Curitiba, 2014.

SWYNGEDOUW, Erik. A cidade como um híbrido: natureza, sociedade e “urbanização-ciborgue”. In: ACSELRAD, Henri (Org.). A Duração das Cidades: Sustentabilidade e risco nas políticas urbanas. 2.ed. Rio de Janeiro: lamparina, 2009. Pág. 99-120.

THOMPSON, Edward Palmer. A formação da classe operária inglesa. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

VENDRAMINI, Célia Regina. Experiência humana e coletividade em Thompson. Esboços: histórias em contextos globais, v. 11, n. 12, p. 25-36, 2004.

WELLER, Wivian. Grupos de discussão na pesquisa com adolescentes e jovens: aportes teórico-metodológicos e análise de uma experiência com o método. Educação e pesquisa, v. 32, p. 241-260, 2006.

WELLER, Wivian. Minha Voz é tudo que eu tenho. Belo Horizonte: UFMG, 2011.

YAZBEK, André Constantino. Ou a vida ou o lucro: a disjuntiva neoliberal e a gestão política da morte em tempos de pandemia. Voluntas: Revista Internacional de Filosofia, v. 11, p. 47, 2020.

YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Tradução: Daniel Grassi. Porto Alegre: Bookman, 2005.

Downloads

Publicado

2022-05-04

Como Citar

Tavares Ferreira, S. C., Souza Corrêa, A. ., & Alves Martins Chaigar, V. . (2022). Comorbidades socioambientais para a condição juvenil: a educação ambiental e popular como enfrentamento da juventude à pandemia e aos demais flagelos do capital. Ambiente &Amp; Educação, 26(2), 155–189. Recuperado de https://seer.furg.br/ambeduc/article/view/13525

Edição

Seção

Educação Ambiental e a Pandemia de COVID-19